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Ariana Brunello

Ariana Brunello

Uma causa anim-au-au-au

auauCostela em ação no Brasil Open (Foto: Leandro Martins/DGW Comunicação)

Eles são fofos, lindos e têm algo em comum com o público presente no Clube Pinheiros: AMAM a bolinha amarela! Os Cãodulas - cães gandulas - atrairam todos os olhares, de crianças, jovens e adultos, e roubaram a cena na quadra central do Brasil Open.

Para substituirem os boleiros, os simpáticos cãezinhos foram adestrados para pegar as bolinhas de tênis e se divertiram muito correndo pra lá e pra cá, durante o treino entre o espanhol Roberto Carballes Baena e o português Gastão Elias, realizado antes da sessão noturna no ATP 250 de São Paulo. Por trás da diversão, uma causa nobre: incentivar e divulgar a importância da adoção de animais abandonados.

Frida, Costela, Mel e Isabelle, as novas estrelas das quadras, são alguns dos pets resgatados pela ABEAC - Associação Bem-Estar Animal Amigos da Célia, que abriga mais de mil cães e gatos e é uma das ONG’s que contam com o apoio do Instituto PremieR Pet, que há muitos anos fornece alimentos para diversos abrigos no Brasil.

Refém do corpo

cópia de bellucci-2Thomaz Bellucci e o fantasma do "apagão" (Foto: Marcello Zambrana/Divulgação)

Por Matheus Martins Fontes, de São Paulo

Na última quinta-feira, Thomaz Bellucci mais uma vez decepcionou em frente a sua torcida ao perder na estreia do Brasil Open. Mesmo saindo como cabeça de chave 2 do evento em São Paulo, ele sucumbiu diante do espanhol Roberto Carballes Baena, de virada, por 2 sets a 1. Pelo segundo ano seguido, o número 1 do Brasil em simples não avança uma rodada sequer no evento.

No que se pôde observar, Bellucci sofreu muito mais com o calor das 15h do que com o adversário quase 100 posições atrás no ranking da ATP. Após a partida, o canhoto confessou que provavelmente teria fechado o duelo sem problemas em dias normais, mas a questão física tem o atrapalhado principalmente em tais condições.

“Fisicamente, eu não consigo manter a intensidade, tenho um peso muito grande no corpo. No terceiro set, comecei a ter cãibras. Não sei o que acontece, a gente está tentando uma solução para manter uma intensidade razoável. Se conseguisse manter uma intensidade alta, jogando bem, eu não teria 5 a 10 derrotas, meu ranking seria outro, meu jogo seria outro, minha atitude seria outra. Infelizmente não consigo manter a intensidade, meu nível de jogo cai de 100 para 0 e qualquer um que está do outro lado consegue me vencer”, lamentou Bellucci.

Fica a Dica!

livro meligeni 2-2Pré-lançamento de "6/0 Dicas do Fino" no Brasil Open (Foto: Leandro Martins/DGW Comunicação)

Três títulos de ATP em simples (Bastad, Pinehurst e Praga), sete nas duplas (Santiago, Estoril, Bologna, Stuttgart, Bogotá, Gstaad e Casablanca), semifinalista de Roland Garros, medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo, além de inesquecíveis vitórias sobre Pete Sampras, David Nalbandian, Carlos Moya, Andy Roddick, Marcelo Rios. Grandes histórias para contar, muita experiência para compartilhar.

Memórias inesquecíveis da carreira ele já dividiu com os fãs em seu primeiro livro “Aqui tem! – Vitórias e Memórias de Fernando Meligeni”. Oito anos depois, é a vez de passar dicas valiosas sobre a arte de jogar tênis a todos os amantes do esporte: desde os jogadores de fim de semana até os que sonham com uma carreira profissional.

Em “6/0 Dicas do Fino”, Meligeni aliou a experiência adquirida após anos de circuito com a informação necessária e tão pouco divulgada entre os profissionais da área. São 288 páginas que trazem sessenta conselhos baseados em momentos vividos, ao longo dos anos, por um dos maiores tenistas do país. Fininho bateu um papo com o Tennis Report durante o pré-lançamento do livro no Brasil Open e falou sobre o atual momento do tênis brasileiro, a mudança do torneio e o carinho dos fãs. Confira!

A NOVA CARA DO BRASIL OPEN

brasilopenQuadra central do novo Brasil Open no Clube Pinheiros (Foto: Marcello Zambrana/Divulgação)

Por Ariana Brunello e Matheus Martins Fontes

Da imensidão do Ginásio do Ibirapuera à tradição de um dos clubes mais conceituados do país. A 16a edição do Brasil Open marca uma nova era para o torneio ATP 250 realizado desde 2001.

Pela terceira vez na história, o evento muda de sede e agora será disputado, pelo menos por mais duas temporadas, nas quadras de saibro do Esporte Clube Pinheiros. Ao todo são 24 quadras à disposição dos sócios, o que dá ao clube o título de maior expoente do tênis em todo o País.

Mas, antes de falarmos do Pinheiros, vamos fazer um breve resumo das primeiras experiências do Brasil Open em São Paulo. O Tennis Report também explica por que o torneio resolveu trocar de sede mais uma vez. Confira!

MyATP: a rede social da ATP

 myatp cel 1MyATP: por dentro de tudo que rola na ATP World Tour (Foto: Ariana Brunello)

Às vésperas do torneio que reune os melhores do ano e encerra a temporada do tênis masculino, a Associação dos Tenistas Profissionais inova mais uma vez e traz uma super novidade para os apaixonados pelo esporte. A entidade acaba de lançar o MyATP, aplicativo que promete agitar ainda mais o mundo do tênis em meio à era das redes sociais.

Com tecnologia da Vixlet, o MyATP chega para conectar os fãs de tênis ao universo da ATP World Tour, seus jogadores, torneios e, claro, aos bastidores desse esporte que a gente tanto ama, como nenhuma outra rede social até hoje. Disponível na Apple Store, no Google Play e também pelo site www.MyATP.com, a rede social oficial da entidade máxima do esporte oferece muita interatividade entre os usuários, divulga as últimas notícias e também disponibiliza conteúdos digitais exclusivos sobre os bastidores da ATP World Tour, os jogadores e os torneios que acontecem em todo o mundo.

A festa de lançamento da rede social da ATP reuniu os oito melhores jogadores de simples do mundo no City Hall, em Londres, antes de ser dada a largada para o Barclays ATP World Tour Finals 2015. "Sem dúvida, as mídias sociais têm revolucionado a maneira com que as pessoas se conectam com os seus interesses e paixões", disse Chris Kermode, CEO da ATP. "Fico contente que a ATP, juntamente com a Vixlet, estejam na vanguarda desta nova tecnologia que permitirá maior acesso dos fãs ao mundo da ATP World Tour, como nunca antes imaginado."

USTA: o sonho americano

 usta courtMaior organização de tênis do mundo, a USTA tem 17 sedes regionais nos Estados Unidos (Foto: Divulgação USTA)

Se trabalhar na área esportiva já é extremamente prazeroso e gratificante, estar ao lado de futuras estrelas das quadras é um sonho para um brasileiro apaixonado e dedicado ao tênis desde os cinco anos de idade. Sabe o “american dream” que tantas pessoas buscam? Ele virou realidade para Fábio Machado. Radicado nos Estados Unidos, o treinador é um dos novos integrantes da Federação Norte-Americana de Tênis (USTA, sigla em inglês). O paulista, natural de Dracena, foi convidado pelo diretor das ligas de times da entidade, Hector Arellano, para fazer parte do seleto rol de treinadores da região do Sul da Califórnia.

A USTA foi fundada em 1881 e tem como objetivo promover o crescimento do esporte em todos os níveis no país, buscando jovens talentos e transformando-os em atletas profissionais. É a maior organização de tênis do planeta, sem fins lucrativos, e hoje conta com 17 sedes regionais, mais de 700.000 membros individuais, 7.000 funcionários, outros milhares de voluntários e uma equipe de profissionais dedicados ao esporte. A sede nacional da entidade fica localizada em Nova York, onde também está localizado o USTA Billie Jean King National Tennis Center, palco do US Open, último Grand Slam da temporada que acontece entre os meses de agosto e setembro.

No centro de treinamento, Machado desenvolve diariamente o trabalho de criação dos times formados por meninos e meninas entre 12 e 17 anos. É ele quem avalia os jovens talentos, seleciona os melhores e monta as equipes que participarão das competições regionais, nacionais e dos classificatórios para os quatro Grand Slams da temporada (Australian Open, Roland Garros, Wimbledon e US Open). “Os dias têm sido intensos com muito trabalho. A competitividade e a busca pelo aperfeiçoamento entre os jovens são enormes. Nenhum deles quer perder, buscam sempre o melhor e se doam ao máximo. Vivenciamos novas e valiosas experiências a cada dia, com muita troca de informações, cursos e workshops”, revela o técnico de 40 anos.

Honey Deuce: o coquetel oficial do US Open

honey deuceCheers!

Sol, calor, muitas cores e uma multidão de fãs de tênis invadem Nova York. Nesse clima contagiante acontece o último Grand Slam da temporada, que chega para aquecer ainda mais o verão nas quadras rápidas norte-americanas. Previsões, sorteio das chaves, surpresas e zebras à parte, uma coisa é certa: ninguém resiste a um bom drink para acompanhar as partidas durante o US Open.

Além das clássicas limonadas aromatizadas em diversos sabores, outra bebida faz parte do menu nos bares do complexo Billie Jean King desde 2007 e é sucesso absoluto entre o público. É o Honey Deuce, coquetel criado por Nick Mautone, mestre mixologista da Grey Goose, especialmente para refrescar as altas temperaturas e a grande umidade que toma conta de Flushing Meadows nessa época do ano.

E já virou tradição. Quem está no US Open faz questão de experimentar esse drink tão famoso e, claro, levar o copo de lembrança na mala. Mas, não é preciso ir até Nova York para degustar o coquetel mais badalado dos torneios de tênis. A receita é super simples e dá para fazer em casa numa boa, mesmo que você não seja um barman ou especialista. Afinal, nada melhor do que acompanhar as partidas do último Grand Slam de 2015 com o gostinho oficial do torneio!

Arte em apenas um clique

 photographersFotógrafos em ação no Australian Open (Jason Reed/Reuters)

Eles estão ali, em uma parte reservada na beira da quadra. No silêncio da partida, só o que se ouve são os inúmeros disparos dos cliques. Com uma câmera na mão e infinitas possibilidades, os fotógrafos de tênis conseguem captar mais do que simples imagens. Através das lentes de última geração, esses profissionais registram o que os olhos, muitas vezes, não conseguem enxergar.

Se o tênis já é um esporte admirado pela beleza, técnica e perfeição de movimentos, captar cada um desses momentos é pura arte! Uma história que começou em 1837, quando Louis Daguerre fixou uma imagem, por processos químicos, pelo daguerreótipo. Graças à invenção, que recebeu a classificação da Academia Francesa de Ciências em 19 de Agosto de 1839, hoje é possível eternizar qualquer momento.

No museu do International Tennis Hall of Fame, em Newport, nos Estados Unidos, é possível conhecer a câmera que a ex-tenista americana Hazel Hotchkins deu de presente para a compatriota Sarah Palfrey registrar sua primeira participação em Wimbledon, em 1935. Uma verdadeira relíquia do tênis e da fotografia!

Sunday Middle Sunday

middle keepMiddle Sunday, o dia de folga em Wimbledon

Tradição. Valores, costumes e bens culturais transmitidos de geração a geração, por serem considerados valiosos em uma sociedade. No tênis, esse ritual continua mais vivo do que nunca, um dos motivos pelos quais esse esporte é tão especial. Cada torneio tem suas peculiaridades e o mais antigo de todos sabe muito bem como sobreviver, firme e forte, com seu próprio ritual, ao longo dos anos.

Quadras de grama, morangos com creme, royal box, silêncio descomunal, ingressos esgotados, ausência de propagandas e entrevistas nas quadras, dias chuvosos, outfits exclusivamente brancos para os jogadores, que saem sempre juntos ao final da partida, uniformes clássicos no estilo vintage para os juizes e um dia de folga.

Desde 1877, as quadras do All England Lawn Tennis and Crocquet Club recebem o torneio de Wimbledon, que começa no final de junho e termina no início de julho. São catorze dias de muita emoção, surpresas e casa cheia. Menos no domingo entre a primeira e a segunda semanas do campeonato. É o “Middle Sunday”, um dia de descanso no cronograma do Grand Slam inglês.

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