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Arte na bolinha

bolinha2Bolinhas customizadas por artistas são sucesso no Brasil Open

Lojas, comidinhas, bebidas, sessões de fotos e autógrafos, entretenimento e muita diversão. No boulevard do Brasil Open tem opções que agradam a todos os gostos. Mas uma atração, em especial, tem chamado a atenção do público que passeia pelas charmosas alamedas do Clube Pinheiros: a customização de bolinhas de tênis. Crianças, adolescentes, adultos, praticantes do esporte ou não. Todo mundo quer registrar sua marca pessoal e levar a amarelinha - que nem sempre continua assim depois do resultado final - pra casa.

A fila é grande. “Mais de mil e duzentas pessoas já garantiram sua bola customizada, uma média de 250 por dia e, até a final no domingo, muitas outras ainda devem passar por aqui. O cliente vem com uma idéia na cabeça e nossos artistas colocam essa idéia em prática nas bolinhas”, diz Renato Vegas, coordenador do stand. Entre pincéis, tintas, canetas e sprays estão os artistas responsáveis pelas obras de arte que atraem todos os olhares e já viraram objeto de desejo de todo fã de tênis.

Otavio Costa Braga e Felipe Carvalho foram escolhidos após uma seleção entre grafiteiros e desenhistas consagrados, para realizarem o trabalho durante o Brasil Open. Otavio trabalha há 23 anos como desenhista, começou com grafite e hoje tem um estúdio de tatuagem. “Nunca tive essa experiência com bolinhas de tênis antes, é trabalhoso porque elas são bem peludas e dificultam um pouco o processo, mas estamos conseguindo fazer o trabalho”.

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O cantinho das raquetes

DSCN5623Raquetes na sala de encordoamento do Brasil Open 

A raquete é o instrumento de trabalho de qualquer tenista. Mas antes de chegarem prontas e perfeitas nas quadras, elas passam pelas mãos de uma equipe de especialistas, que trabalham duro numa salinha muitas vezes escondida nos bastidores dos torneios.

Eles são os responsáveis por deixar as raquetes exatamente do jeitinho que cada jogador precisa. As preferências, as exigências e as necessidades são diferentes, seja com o tipo de corda, a tensão utilizada ou a quantidade de pintura. Quanto maior o torneio, maior o número de raquetes que passam por essa constante manutenção.

Um desses especialistas e anjos da guarda dos tenistas é o Ricardo Dipold, responsável pelas salas de encordoamento do Rio Open, do Brasil Open e da Brasil Tennis Cup em Florianópolis. O Tennis Report invadiu o cantinho dos equipamentos dos jogadores para mostrar, com exclusividade, os bastidores da sala de encordoamento do Brasil Open. A equipe formada por Ricardo, Raoni e Kiko conta tudo pra você. Confira!

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A sala de encordoamento do Brasil Open

A raquete é o instrumento de trabalho de qualquer tenista. Mas antes de chegarem prontas e perfeitas nas quadras, elas passam pelas mãos de uma equipe de especialistas. Veja como funciona a sala de encordoamento de um torneio profissional que, aqui no Brasil, é comandada pelo especialista Ricardo Dipold, responsável pelos serviços no Rio Open, no Brasil Open e no WTA de Florianópolis.

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A dança das raquetes

 federer 2013 hamburg 10Roger Federer testando a nova Wilson em Hamburgo (Foto: Divulgação)

Toda vez que algo não vai bem, algumas mudanças são bem-vindas e necessárias. No mundo do tênis não é diferente. Há quem prefira trocar o técnico, o preparador físico ou até mesmo a raquete.

A companheira de todas as horas pode não ser mais a melhor aliada e, muitas vezes, pequenos ajustes ou grandes trocas podem resolver os problemas na quadra.

Essa foi a solução encontrada por Roger Federer e Caroline Wozniacki que, nos últimos dias, foram flagrados com raquetes sem identificação, pintadas de preto, o chamado “paintjob”.

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A história e a evolução da raquete de tênis

International Tennis Hall of Fame and Museum (Foto: Ariana Brunello)International Tennis Hall of Fame and Museum (Foto: Ariana Brunello)

Dos primeiros bastões de madeira à tecnologia dos modelos de hoje, a raquete é um acessório indispensável na vida de qualquer tenista. Mas, para se chegar aos padrões atuais, muitas mudanças foram feitas ao longo dos anos. Então, que tal um passeio pelas várias etapas da evolução da raquete?

Segundo a história, jogos que utilizam bola surgiram no ano 3000 aC com os egípcios. Já os gregos praticavam um esporte muito parecido com o tênis, mas sem raquete, 500 anos antes de Cristo.

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