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Nas quadras com Fabio Silberberg

Com tanta bagagem dentro e fora das quadras, Fabio Silberberg aliou os anos de vivência no circuito e as milhas percorridas pelo mundo para levar o público ao fascinante universo dos torneios de tênis. Assim surgiu a Faberg Tennis Tour, uma agência de turismo especializada no que há de melhor em programas e ingressos para ATP 500, Masters 1000 e Grand Slams. Confira a entrevista, aperte o cinto e boa viagem!

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Pelo mundo das quadras com Fabio Silberberg

Fabio Silberberg Perfil 1 800x597Fabio Silberberg (Foto: Divulgação Faberg)

Ele é um dos grandes nomes do tênis nacional. Começou cedo nas quadras e, com uma brilhante carreira juvenil, chegou a ser número 6 do mundo. Partiu para os Estados Unidos, onde estudou administração esportiva e jogou pela Universidade do Tennessee.

Entrou para o circuito profissional em 1991, onde disputou mais de 200 campeonatos em mais de 25 países, incluindo 7 torneios Grand Slam. Em 1995 entrou para o time principal do Brasil na Copa Davis no confronto contra o México, quando ocupava a posição de 196 no ranking da ATP.

Com tanta bagagem dentro e fora de quadra, Fabio aliou os anos de vivência no circuito e as milhas percorridas pelo mundo para levar o público ao fascinante universo dos torneios de tênis. Assim criou a Faberg Tennis Tour, uma agência de turismo especializada no que há de melhor em programas e ingressos para cada evento. O Tennis Report esteve no estande da Faberg no Rio Open e bateu um papo com Fabio Silberberg. Confira!

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Giovani, o assessor do Team Nadal no Brasil

giovani fasanoGiovani e o Team Nadal no Rio de Janeiro

Cicerone. Termo antigo usado para definir um guia de turismo, alguém que leva os visitantes para passear, mostrando a eles o que há de mais legal e importante na cidade, seja um museu, um parque ou um restaurante. No mundo do tênis também existe o trabalho do cicerone, que faz tudo isso e muito mais pelos grandes nomes do esporte.

 Organizar compromissos, pensar no deslocamento, cuidar da alimentação, alinhar a agenda e os compromissos de acordo com os horários de treino, controlar o assédio dos fãs. Tudo para que o tenista entre em quadra descansado e focado somente no próximo jogo.

Depois da partida, hora de sair para relaxar, jantar naquele restaurante bacana e, no dia seguinte, aproveitar o pouco tempo livre para passear pelos pontos turísticos da cidade, afinal ninguém é de ferro, nem mesmo os profissionais do tênis. Aqui no Brasil, a equipe de Rafael Nadal já tem um cicerone pra chamar de seu. O Tennis Report bateu um papo com Giovani Prestes, que já está tão famoso por aqui quanto o tenista número 1 do mundo. Confira!

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Xangai, Dubai e Queen’s: os melhores de 2013

 gold-trophyXangai, Dubai e Queen's no pódio da ATP

Estrutura, comodidade, facilidade, conforto. Requisitos básicos para o sucesso de qualquer evento de tênis ao redor do mundo. Não importa se o torneio é grande ou pequeno, o que vale mesmo é a qualidade dos serviços, da equipe de funcionários e das condições oferecidas aos profissionais do circuito.

Pra esquentar a briga e acirrar a concorrência, nada melhor do que uma competição onde todos esses critérios são colocados à prova e muitos são os vencedores. Ganham os jogadores, os patrocinadores, o público. A escolha do melhor torneio do ano é feita pelos próprios jogadores da ATP e entram em votação os padrões estabelecidos respectivamente nas três categorias: Masters 1000, ATP 500 e ATP 250.

A Associação dos Tenistas Profissionais anunciou os vencedores da última temporada. Masters 1000 de Xangai, ATP 500 de Dubai e ATP 250 em Queen’s foram eleitos os melhores de 2013 no calendário da ATP World Tour. Os dois primeiros já são figurinhas carimbadas e o torneio britânico estreia merecidamente no pódio dos torneios do circuito masculino.

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Entre e fique à vontade

 DSCN5579Entre e fique à vontade

Logo na entrada, um grande painel dá as boas vindas aos jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas que vieram de vários cantos do Brasil e do mundo para uma semana de muito tênis na Cidade Maravilhosa. Se o Rio de Janeiro virou a segunda casa dos profissionais que trabalharam na cobertura do maior torneio de tênis da América do Sul, a sala de imprensa pode ser considerada a primeira.

Entre inúmeras partidas e incontáveis horas de trabalho, o que todo mundo quer é um cantinho pra chamar de seu. E no Rio Open, esse “cantinho” se transformou num super espaço com toda estrutura necessária para tantos dias de evento. A equipe de assessoria do torneio começou a utlizar a sala na segunda-feira, uma semana antes do início dos jogos. E os jornalistas, na quinta-feira, antes da rodada do qualifying.

E a turma era grande! Foram credenciados 377 jornalistas, sendo 321 brasileiros e 56 estrangeiros, num total de 179 veículos de comunicação, entre eles 154 nacionais, além de 80 estações de trabalho. Salas de imprensa são territórios internacionais, onde pessoas do mundo todo interagem e compartilham o mesmo espírito: levar a informação precisa aos quatro cantos do mundo. Pra quem é apaixonado pelo esporte e pela profissão, nada melhor do que viver intensamente esses dias que passam na velocidade de um ace.

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3, 2, 1 ... no ar!

DSCN5510Cabine de transmissão do SporTV no Rio Open

Você liga a TV e lá estão as imagens da quadra, do público e dos jogadores. A voz inconfudível do narrador e a informação precisa do comentarista também. Tudo pronto para mais um dia de transmissão. Parece fácil, não é? Mas por trás das câmeras a realidade é outra. Um verdadeiro batalhão trabalha pesado para que os telespectadores não percam nenhum lance da partida.

A maioria dos torneios que assistimos pela TV no Brasil são internacionais e os canais locais recebem o sinal para a retransmissão. Mas quando o evento é aqui, o trabalho é diferente. No Rio Open, os direitos autorais são da ATP Media, mas as imagens são feitas e geradas pelo SporTV, canal oficial do torneio pelos próximos cinco anos. A equipe saiu da emissora e se instalou no Jóquei Club Brasileiro, onde mantém um contato real com os jogadores, o público e a mídia.

São 98 pessoas responsáveis pela engenharia e 36 envolvidas com jornalismo e eventos que, há seis meses trabalham no planejamento da transmissão, gerada a 105 países. A possibilidade de sair da cabine e interagir com a torcida dá um outro colorido ao evento e à transmissão, além de garantir uma infinidade de opções e um material com mais qualidade jornalística. O Tennis Report acompanhou de perto o trabalho de transmissão do Rio Open e conta os detalhes pra você, leitor e telespectador, que sempre quis saber um pouco mais sobre o outro lado da telinha.

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Guga Kuerten e Rafa Nadal no Rio Open

A partida mais esperada da noite era a de Rafael Nadal. Mas quem brilhou na quadra central do Rio Open foi o maior ídolo do tênis brasileiro. Ao som de "Olê, olê, olê, olá, Guga, Guga!", o manezinho da ilha foi recebido pelo público no torneio carioca e recebeu uma emocionante homenagem. Confira o encontro dos "Reis do Saibro"!

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Os Reis do Saibro

guga e rafaGuga Kuerten e Rafa Nadal: os Reis do Saibro! (Foto: Fotojump)

A partida mais esperada da noite era a do espanhol número 1 do mundo. Em pouco mais de uma hora, Rafael Nadal mais uma vez triunfou. Mas quem brilhou na quadra central do Rio Open foi outro tenista que também já ocupou o topo do ranking. Ao som de “Olê, olê, olê, olá, Guga, Guga!”, o manezinho da ilha foi recebido pelo público no saibro carioca e recebeu uma emocionante homenagem.

No telão, imagens dos momentos inesquecíveis na carreira do maior ídolo do tênis brasileiro. No chão, um coração foi desenhado por dois pegadores de bolinhas que logo se deitaram na terra batida junto com Gustavo Kuerten. E das mãos de Rafael Nadal, além de aplausos, ele recebeu uma placa comemorativa: “Não me canso de chorar em quadra! É uma honra receber uma homenagem em meu país de um dos melhores da histórias, um jogador e um ser humano fantásticos”.

Guga também agradeceu ao público: "O tênis me deu o privilégio de ser abraçado por milhões de pessoas. Tento sempre transmitir o que isso significa. É uma conquista muito grande, inesquecível, eterna. É o que me motiva todos os dias a contribuir com o tênis, a motivar as pessoas e retribuir ao meu país o imenso carinho que recebi de todos vocês”. Confira o vídeo da homenagem e do encontro dos reis do saibro no Rio Open!

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Maria, Maria

MEBMaria Esther Bueno (Foto: João Pires)

Ela é um dos maiores nomes do esporte brasileiro e um ícone do tênis mundial. Dona de 19 títulos de Grand Slam, a “bailarina das quadras” invadiu o saibro carioca. Além de bater uma bolinha todos os dias antes do início das transmissões no SporTV, onde é comentarista, Maria Esther Bueno também foi homenageada na quadra central do Rio Open.

No telão, um vídeo com imagens dos momentos mais importantes da carreira da maior tenista brasileira de todos os tempos. Ao som de “Maria, Maria”, de Milton Nascimento, ela foi aplaudida em pé pelo público e se emocionou ao relembrar o passado. Tempos de glória e também de dificuldades, quando ainda não existia um ranking oficial no esporte.

Tetracampeã do US Open, tricampeã de Wimbledon e única brasileira integrante do Hall da Fama do Tênis, Maria Esther recebeu uma placa comemorativa do diretor do torneio, Luiz Fernando Carvalho. “Fiquei emocionada ao rever meus bons tempos na quadra. Espero que tudo que fiz sirva de alguma maneira para os novos jogadores, e que este torneio no Rio seja o primeiro de muitos. O Brasil precisa de eventos como esse".

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Uma torcida passional

DSCN5335Coletiva de Imprensa com Juan Monaco (Foto: Ariana Brunello)

Brasileiros e argentinos juntos, seja num estádio de futebol ou numa arena de tênis, é problema à vista. Que ambas são torcidas motivadas pela paixão que, na maioria das vezes beira a loucura, todo mundo sabe. Mas o que será que se passa na cabeça de um jogador de um esporte individual que exige concentração e paciência nos momentos decisivos da partida quando esses torcedores entram em cena?

Nos torneios sediados aqui no Brasil é comum ouvir vaias e xingamentos contra qualquer jogador oponente a um tenista brasileiro. Se for argentino, a situação é ainda pior. Foi assim na partida entre Thomaz Bellucci e Leonardo Mayer no Brasil Open 2012 e entre João Souza e Guido Pella na última edição do Aberto de São Paulo.

No duelo entre Thomaz Bellucci e Juan Monaco na segunda rodada do Rio Open não foi diferente. Se por um lado, a torcida brasileira merece nota dez ao incentivar incondicionalmente o tenista da casa, por outro pode ser cruel com quem estiver do outro lado da quadra. Mas será que esse comportamento nada habitual numa arena de tênis pode ser fator decisivo no jogo? Veja o que Monaco disse aos jornalistas logo após a derrota.

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