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Brasil Open: 15 anos de tênis, história e tradição

bropen2015Brasil Open 2015 no Ginásio do Ibirapuera

Por Ariana Brunello e Matheus Martins Fontes

Ele já foi baiano, disputado em piso duro e em quadra aberta. Hoje é paulistano, jogado no saibro e em ginásio coberto. Quinze anos se passaram desde a primeira edição do Brasil Open, em 2001. Na época, o país entrava novamente no calendário da ATP, após sete anos sem sediar um torneio de tênis.

Da Costa do Sauípe a São Paulo, o torneio mais tradicional do Brasil entrou também para a história do esporte. Da primeira edição, quando os olhos e as apostas eram para Gustavo Kuerten, número 1 do mundo e nosso principal representante no circuito na época, à 15a edição, hoje palco não só de brasileiros, mas também de nossos hermanos argentinos, de representantes da Armada Espanhola e do mundo todo. 

O torneio da série ATP 250 protagonizou capítulos inesquecíveis do tênis e nada mais justo do que recordarmos alguns desses momentos memoráveis do esporte, vividos aqui bem pertinho da gente. São inúmeros fatos, estatísticas, vários campeões e algumas curiosidades que marcaram esses quinze anos de torneio no Brasil. Vamos relembrar?

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Arte de rua no Rio Open 2015

poster toz claroRio Open retratado no poster de Tomaz Viana, o Toz (Imagem: Divulgação)

Tênis é arte. Seja nas jogadas espetaculares, na tradição das regras, no fair play dos jogadores, no design dos equipamentos, nos uniformes ou na cultura própria do esporte. Uma história tão rica que pode ser vista em diversos museus específicos sobre o assunto mundo afora.

Então por que não trazer um pouquinho mais de arte a esse universo tão admirado até mesmo por quem entende pouco do que acontece dentro e fora das quadras? Assim como na confecção dos trofeus, uma das tradições que regem o esporte é ver o espírito do torneio onde ele acontece, retratado em um poster criado por um grande artista local.

Em alguns torneios como Roland Garros, essa prática é mantida há anos e é possível ver todos os posteres comemorativos de edições passadas num cantinho especial do Museu da Federação Francesa de Tênis. O sucesso é tão grande que chegou ao Brasil. Para comemorar a segunda edição, o Rio Open já tem seu espírito retratado em um poster super especial.

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Inesperadamente Roland Garros

RG classementCampeões de Roland Garros nos últimos dez anos (Foto: AFP)

O segundo Grand Slam do ano começou e, como não poderia ser diferente, já traz muita expectativa, previsões de duelos inesquecíveis, promessa de casa cheia e, claro, muita chuva pra dar aquele suspense a mais nas próximas semanas. Tudo perfeitamente dentro do esperado se não fosse apenas um detalhe.

Diferentemente dos anos anteriores, Roland Garros não tem um único favorito ao título e esta edição já é considerada a mais aberta dos últimos dez anos. Basta analisarmos a temporada 2014 desde o início. Independentemente da superfície e do ranking, Rafael Nadal, Novak Djokovic, Roger Federer e Andy Murray ainda mantêm a superioridade, mas já não são imbatíveis como antes, seja qual for o torneio. Além disso, novos talentos como Kei Nishikori, Grigor Dimitrov, Milos Raonic e velhos conhecidos como Stanislas Wawrinka têm ameaçado brilhantemente o reinado dos “Big Four”.

A mesma imprevisibilidade vemos na chave de duplas. A invencibilidade de Bob e Mike Bryan não é mais absoluta já há algum tempo, apesar dos gêmeos norteamericanos ainda serem uma das melhores duplas da história. Hoje o caminho está livre para outros grandes nomes do circuito, como Daniel Nestor e Nenad Zjmonic, Lukas Kubolt e Robert Lidsted, Bruno Soares e Alexander Peya, Marcelo Melo e Ivan Dodig, a dupla-revelação de 2014 Juan Cabal e Robert Farah, entre outros.

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Por trás das câmeras com Narck Rodrigues

No intervalo das transmissões do Rio Open, Narck Rodrigues bateu um papo com o Tennis Report e falou sobre a atual fase do tênis nacional, o trabalho realizado em prol do esporte, a prioridade pelo futebol nas emissoras brasileiras e o segredo para se fazer uma boa transmissão. Confira a entrevista exclusiva com um dos melhores comentaristas esportivos do Brasil.

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Por trás das câmeras com Narck Rodrigues

narck sportvNarck Rodrigues, comentarista do SporTV

Ele já fez parte do circuito da ATP, é professor de tênis, disputa torneios ITF Seniors e, como bom carioca, invadiu as areias do Beach Tennis. Pra quem já foi tenista profissional é difícil ficar longe do esporte.

Com um belo currículo, Narck Rodrigues levou a experiência adquirida durante anos de quadra para o outro lado da telinha e desde 1998 é comentarista de tênis nos canais SporTV, onde vivenciou alguns dos momentos mais marcantes do esporte, em todos esses anos de profissão.

No intervalo das transmissões do Rio Open, Narck bateu um papo com o Tennis Report e falou sobre a atual fase do tênis nacional, o trabalho realizado em prol do esporte, a prioridade pelo futebol nas emissoras brasileiras e o segredo para se fazer uma boa transmissão. Confira a entrevista com um dos melhores comentaristas esportivos do Brasil!

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Tênis em 360 graus

 freeDRoger Federer em ação (Foto: Getty Images)

Replay em slow motion, câmera voadora e desafio Hawk-Eye já podem ser consideradas tecnologias do passado numa partida de tênis. Claro que esses recursos são fundamentais e deverão ter vida longa na história do esporte. Mas como o universo tecnológico passa por constante evolução, toda novidade é sempre muito bem-vinda dentro das quadras.

A última delas entrou em cena esta semana no BNP Paribas Open, em Indian Wells, durante as transmissões. É o FreeD (Free Video Dimensional), tecnologia inovadora que utiliza câmeras que congelam a imagem e, ao mesmo tempo, permitem uma rotação de 360 graus em qualquer plano ao redor da quadra. Ponto para a ATP Media, que mais uma vez investe pesado nas imagens geradas ao mundo.

Considerado o futuro das análises do tênis, a FreeD mostra todos os ângulos da jogada e dos movimentos dos jogadores em detalhes que impressionam. A tecnologia 3D já existe há algum tempo nos cinemas e em alguns aparelhos de TV, mas você sabe como esse recurso funciona, especialmente durante as transmissões de tênis?

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Os mini Slams

 IW BNP-Paribas-Open-2010-2BNP Paribas Open abre a temporada dos "mini Slams"

Estrutura, organização, jogos, público, animação, glamour, expectativa e clima de Grand Slam. Tão bom quanto acompanhar ou estar em um dos quatro majors do tênis é vivenciar a experiência de um torneio Masters 1000 ou Premier Mandatory. São nove ao longo da temporada da ATP e quatro na agenda da WTA, cada qual com suas histórias, características e detalhes que os tornam tão especiais.

Abrindo o calendário em março, um grande mês para o esporte, dois eventos consecutivos em solo americano chamam a atenção: o BNP Paribas Open em Indian Wells e o Sony Ericsson Open em Miami. São dois mil pontos e muito dinheiro em jogo, o que atrai um grande número de tenistas em lados opostos do país. O alto nível e a quantidade de dias de competição, dez e doze respectivamente, fazem dos primeiros Masters 1000 e Premier Mandatory da temporada dois mini Grand Slams.

O apoio e a presença da torcida, que lota as arquibancadas do início até o fim de cada torneio, também são fatores decisivos na preferência de muitos jogadores que consideram esta a melhor época nos calendários da ATP e da WTA. Em sua 37ª edição, com estimativa de público acima de 370 mil pessoas e com mais de 5 milhões de dólares em premiação, o primeiro torneio deles acontece no magnífico complexo do Indian Wells Tennis Garden, no deserto da Califórnia.

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O cantinho das raquetes

DSCN5623Raquetes na sala de encordoamento do Brasil Open 

A raquete é o instrumento de trabalho de qualquer tenista. Mas antes de chegarem prontas e perfeitas nas quadras, elas passam pelas mãos de uma equipe de especialistas, que trabalham duro numa salinha muitas vezes escondida nos bastidores dos torneios.

Eles são os responsáveis por deixar as raquetes exatamente do jeitinho que cada jogador precisa. As preferências, as exigências e as necessidades são diferentes, seja com o tipo de corda, a tensão utilizada ou a quantidade de pintura. Quanto maior o torneio, maior o número de raquetes que passam por essa constante manutenção.

Um desses especialistas e anjos da guarda dos tenistas é o Ricardo Dipold, responsável pelas salas de encordoamento do Rio Open, do Brasil Open e da Brasil Tennis Cup em Florianópolis. O Tennis Report invadiu o cantinho dos equipamentos dos jogadores para mostrar, com exclusividade, os bastidores da sala de encordoamento do Brasil Open. A equipe formada por Ricardo, Raoni e Kiko conta tudo pra você. Confira!

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A sala de encordoamento do Brasil Open

A raquete é o instrumento de trabalho de qualquer tenista. Mas antes de chegarem prontas e perfeitas nas quadras, elas passam pelas mãos de uma equipe de especialistas. Veja como funciona a sala de encordoamento de um torneio profissional que, aqui no Brasil, é comandada pelo especialista Ricardo Dipold, responsável pelos serviços no Rio Open, no Brasil Open e no WTA de Florianópolis.

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Um novo torneio

 ginásioGinásio do Ibirapuera (Foto: Gaspar Nóbrega - Inovafoto)

Quadras ruins, bolas inapropriadas, calor extremo, pessoas sentadas nas escadas, apenas uma lanchonete para atender o público que superlotou o Ginásio do Ibirapuera. Cenas que ficaram no passado, mas que serão lembradas para sempre pelos jogadores, fãs de tênis e profissionais que trabalharam na décima terceira edição do Brasil Open.

Reclamações que viraram elogios graças às melhorias prometidas e cumpridas pela organização do torneio de tênis mais tradicional do país. Numa edição repaginada, buscando recuperar o prestígio e a credibilidade da ATP e de todos os envolvidos no esporte, o Brasil Open 2014, sem dúvida, provou que é um novo torneio.

Como em qualquer evento esportivo no mundo, melhorias sempre são benvindas e ajustes sempre necessários. Ainda há muito o que fazer para transformar o torneio paulistano em referência na gira de saibro do calendário sulamericano da ATP. Mas as mudanças significativas e os números grandiosos desta edição provaram que o Brasil Open está no caminho certo.

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