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Um bate-papo com João Zwetsch

joa zwetsch cristiano andujarJoão Zwetsch volta a trabalhar com Thomaz Bellucci após 4 anos (Foto: Cristiano Andujar) 

Por Ariana Brunello e Matheus Martins Fontes

No fim de 2014, Thomaz Bellucci comemorava o retorno ao top 50 após longo período fora do seleto grupo. Só que a festa não estava completa já que o número 1 do Brasil encerrava mais uma temporada sem treinador. A parceria com o espanhol Francisco Clavet perdurou por exatamente 13 meses e não continuou por “Pato” não estar disponível para viajar com o canhoto em várias semanas do calendário.

A partir daí, a porta abriu novamente para João Zwetsch. Novamente, pois o capitão brasileiro na Copa Davis orientou Bellucci entre 2008 e 2010, exatamente a melhor época da carreira do pupilo em termos de classificação. Em julho daquela temporada, o atleta de Tietê (SP) foi 21o do ranking da ATP, ou seja, o segundo melhor brasileiro ranqueado na Era Aberta, perdendo apenas para Gustavo Kuerten, ex-número 1 do mundo por 43 semanas entre 2000 e 2001. Falando de resultados, foram dois títulos ATP (Gstaad e Santiago) e as oitavas de final de Roland Garros, seu melhor desempenho num Slam até hoje.

Após romper com Zwetsch, Bellucci teve do lado técnicos de peso, como Larri Passos (2011), Daniel Orsanic (2011 a 2013), além de Pato Clavet, e embora tenha tido alguns lampejos de brilhantismo como na Davis contra a Espanha no ano passado, e a semifinal do Masters 1000 de Madri de 2011, batendo Andy Murray e Tomas Berdych, seu ranking nunca subiu tanto como há quatro anos. O Tennis Report procurou o capitão brasileiro para descobrir os motivos que influenciaram o retorno da dupla. A princípio, Bellucci conta com Zwetsch até o Masters 1000 de Miami, em março, mas, segundo o técnico, a expectativa é que o contrato não tenha prazo de validade. Confira!

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Brasil Open: 15 anos de tênis, história e tradição

bropen2015Brasil Open 2015 no Ginásio do Ibirapuera

Por Ariana Brunello e Matheus Martins Fontes

Ele já foi baiano, disputado em piso duro e em quadra aberta. Hoje é paulistano, jogado no saibro e em ginásio coberto. Quinze anos se passaram desde a primeira edição do Brasil Open, em 2001. Na época, o país entrava novamente no calendário da ATP, após sete anos sem sediar um torneio de tênis.

Da Costa do Sauípe a São Paulo, o torneio mais tradicional do Brasil entrou também para a história do esporte. Da primeira edição, quando os olhos e as apostas eram para Gustavo Kuerten, número 1 do mundo e nosso principal representante no circuito na época, à 15a edição, hoje palco não só de brasileiros, mas também de nossos hermanos argentinos, de representantes da Armada Espanhola e do mundo todo. 

O torneio da série ATP 250 protagonizou capítulos inesquecíveis do tênis e nada mais justo do que recordarmos alguns desses momentos memoráveis do esporte, vividos aqui bem pertinho da gente. São inúmeros fatos, estatísticas, vários campeões e algumas curiosidades que marcaram esses quinze anos de torneio no Brasil. Vamos relembrar?

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ABN AMRO World Tennis Tournament

ATP 500

ABN AMRO World Tennis Tournament - Rotterdam, Holanda
Data: 09.02.2015 - 15.02.2015

ATP 250

Brasil Open - São Paulo, Brasil
Data: 09.02.2015 - 15.02.2015

Memphis Open - Memphis, EUA
Data: 09.02.2015 - 15.02.2015

WTA Premier

BNP Paribas Fortis Diamond Games - Bélgica
Data: 09.02.2015 - 15.02.2015

WTA International

PTT Thailand Open - Pattaya City, Tailândia
Data: 09.02.2015 - 15.02.2015

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O cantinho das raquetes

DSCN5623Raquetes na sala de encordoamento do Brasil Open 

A raquete é o instrumento de trabalho de qualquer tenista. Mas antes de chegarem prontas e perfeitas nas quadras, elas passam pelas mãos de uma equipe de especialistas, que trabalham duro numa salinha muitas vezes escondida nos bastidores dos torneios.

Eles são os responsáveis por deixar as raquetes exatamente do jeitinho que cada jogador precisa. As preferências, as exigências e as necessidades são diferentes, seja com o tipo de corda, a tensão utilizada ou a quantidade de pintura. Quanto maior o torneio, maior o número de raquetes que passam por essa constante manutenção.

Um desses especialistas e anjos da guarda dos tenistas é o Ricardo Dipold, responsável pelas salas de encordoamento do Rio Open, do Brasil Open e da Brasil Tennis Cup em Florianópolis. O Tennis Report invadiu o cantinho dos equipamentos dos jogadores para mostrar, com exclusividade, os bastidores da sala de encordoamento do Brasil Open. A equipe formada por Ricardo, Raoni e Kiko conta tudo pra você. Confira!

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A sala de encordoamento do Brasil Open

A raquete é o instrumento de trabalho de qualquer tenista. Mas antes de chegarem prontas e perfeitas nas quadras, elas passam pelas mãos de uma equipe de especialistas. Veja como funciona a sala de encordoamento de um torneio profissional que, aqui no Brasil, é comandada pelo especialista Ricardo Dipold, responsável pelos serviços no Rio Open, no Brasil Open e no WTA de Florianópolis.

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Um novo torneio

 ginásioGinásio do Ibirapuera (Foto: Gaspar Nóbrega - Inovafoto)

Quadras ruins, bolas inapropriadas, calor extremo, pessoas sentadas nas escadas, apenas uma lanchonete para atender o público que superlotou o Ginásio do Ibirapuera. Cenas que ficaram no passado, mas que serão lembradas para sempre pelos jogadores, fãs de tênis e profissionais que trabalharam na décima terceira edição do Brasil Open.

Reclamações que viraram elogios graças às melhorias prometidas e cumpridas pela organização do torneio de tênis mais tradicional do país. Numa edição repaginada, buscando recuperar o prestígio e a credibilidade da ATP e de todos os envolvidos no esporte, o Brasil Open 2014, sem dúvida, provou que é um novo torneio.

Como em qualquer evento esportivo no mundo, melhorias sempre são benvindas e ajustes sempre necessários. Ainda há muito o que fazer para transformar o torneio paulistano em referência na gira de saibro do calendário sulamericano da ATP. Mas as mudanças significativas e os números grandiosos desta edição provaram que o Brasil Open está no caminho certo.

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Giovani, o assessor do Team Nadal no Brasil

giovani fasanoGiovani e o Team Nadal no Rio de Janeiro

Cicerone. Termo antigo usado para definir um guia de turismo, alguém que leva os visitantes para passear, mostrando a eles o que há de mais legal e importante na cidade, seja um museu, um parque ou um restaurante. No mundo do tênis também existe o trabalho do cicerone, que faz tudo isso e muito mais pelos grandes nomes do esporte.

 Organizar compromissos, pensar no deslocamento, cuidar da alimentação, alinhar a agenda e os compromissos de acordo com os horários de treino, controlar o assédio dos fãs. Tudo para que o tenista entre em quadra descansado e focado somente no próximo jogo.

Depois da partida, hora de sair para relaxar, jantar naquele restaurante bacana e, no dia seguinte, aproveitar o pouco tempo livre para passear pelos pontos turísticos da cidade, afinal ninguém é de ferro, nem mesmo os profissionais do tênis. Aqui no Brasil, a equipe de Rafael Nadal já tem um cicerone pra chamar de seu. O Tennis Report bateu um papo com Giovani Prestes, que já está tão famoso por aqui quanto o tenista número 1 do mundo. Confira!

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Nadaaaaaaaal

 DSCN2070Dona Tânia, a maior nadalete do Brasil!

Já faz 6 meses que o Brasil Open recebeu grandes nomes do tênis internacional. O tempo passou, mas a fama da Dona Tânia, a simpática senhorinha que abalou o Ginásio do Ibirapuera, continua!

Ela gritou, chorou, sofreu, sorriu, suspirou, driblou o segurança e ficou cara a cara com o ídolo. Uma história que poderia ser a de milhares de adolescentes enlouquecidas que estiveram no torneio em São Paulo. Mas foi ela quem atraiu todos os olhares do país e chamou a atenção do "Rei do Saibro"!

Se tinha alguém tão famosa quanto Rafael Nadal no Ginásio do Ibirapuera, essa era a Dona Tânia com seu gogó de ouro: “Nadaaaaaaaaaaaal”!!!

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Brasil Open

Fashion Police: como se vestir pra assistir a uma partida de tênis

  • Publicado em Moda

xj1j1605Foto: Pieter Henket

A moda sempre fez parte do universo do tênis, antes mesmo do esporte se profissionalizar na Era Aberta. Estilo, elegância e, acima de tudo, conforto são quesitos indispensáveis dentro das quadras. Adoramos ver um tenista bem vestido e abominamos coleções que mais se parecem com alegorias de escola de samba, não é mesmo?

Mas, e fora das quadras? Será que o grande público, fã de um dos esportes mais elegantes da história, sabe se vestir pra assistir a uma partida de tênis?

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