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Os mini Slams

 IW BNP-Paribas-Open-2010-2BNP Paribas Open abre a temporada dos "mini Slams"

Estrutura, organização, jogos, público, animação, glamour, expectativa e clima de Grand Slam. Tão bom quanto acompanhar ou estar em um dos quatro majors do tênis é vivenciar a experiência de um torneio Masters 1000 ou Premier Mandatory. São nove ao longo da temporada da ATP e quatro na agenda da WTA, cada qual com suas histórias, características e detalhes que os tornam tão especiais.

Abrindo o calendário em março, um grande mês para o esporte, dois eventos consecutivos em solo americano chamam a atenção: o BNP Paribas Open em Indian Wells e o Sony Ericsson Open em Miami. São dois mil pontos e muito dinheiro em jogo, o que atrai um grande número de tenistas em lados opostos do país. O alto nível e a quantidade de dias de competição, dez e doze respectivamente, fazem dos primeiros Masters 1000 e Premier Mandatory da temporada dois mini Grand Slams.

O apoio e a presença da torcida, que lota as arquibancadas do início até o fim de cada torneio, também são fatores decisivos na preferência de muitos jogadores que consideram esta a melhor época nos calendários da ATP e da WTA. Em sua 37ª edição, com estimativa de público acima de 370 mil pessoas e com mais de 5 milhões de dólares em premiação, o primeiro torneio deles acontece no magnífico complexo do Indian Wells Tennis Garden, no deserto da Califórnia.

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O cantinho das raquetes

DSCN5623Raquetes na sala de encordoamento do Brasil Open 

A raquete é o instrumento de trabalho de qualquer tenista. Mas antes de chegarem prontas e perfeitas nas quadras, elas passam pelas mãos de uma equipe de especialistas, que trabalham duro numa salinha muitas vezes escondida nos bastidores dos torneios.

Eles são os responsáveis por deixar as raquetes exatamente do jeitinho que cada jogador precisa. As preferências, as exigências e as necessidades são diferentes, seja com o tipo de corda, a tensão utilizada ou a quantidade de pintura. Quanto maior o torneio, maior o número de raquetes que passam por essa constante manutenção.

Um desses especialistas e anjos da guarda dos tenistas é o Ricardo Dipold, responsável pelas salas de encordoamento do Rio Open, do Brasil Open e da Brasil Tennis Cup em Florianópolis. O Tennis Report invadiu o cantinho dos equipamentos dos jogadores para mostrar, com exclusividade, os bastidores da sala de encordoamento do Brasil Open. A equipe formada por Ricardo, Raoni e Kiko conta tudo pra você. Confira!

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A sala de encordoamento do Brasil Open

A raquete é o instrumento de trabalho de qualquer tenista. Mas antes de chegarem prontas e perfeitas nas quadras, elas passam pelas mãos de uma equipe de especialistas. Veja como funciona a sala de encordoamento de um torneio profissional que, aqui no Brasil, é comandada pelo especialista Ricardo Dipold, responsável pelos serviços no Rio Open, no Brasil Open e no WTA de Florianópolis.

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Um novo torneio

 ginásioGinásio do Ibirapuera (Foto: Gaspar Nóbrega - Inovafoto)

Quadras ruins, bolas inapropriadas, calor extremo, pessoas sentadas nas escadas, apenas uma lanchonete para atender o público que superlotou o Ginásio do Ibirapuera. Cenas que ficaram no passado, mas que serão lembradas para sempre pelos jogadores, fãs de tênis e profissionais que trabalharam na décima terceira edição do Brasil Open.

Reclamações que viraram elogios graças às melhorias prometidas e cumpridas pela organização do torneio de tênis mais tradicional do país. Numa edição repaginada, buscando recuperar o prestígio e a credibilidade da ATP e de todos os envolvidos no esporte, o Brasil Open 2014, sem dúvida, provou que é um novo torneio.

Como em qualquer evento esportivo no mundo, melhorias sempre são benvindas e ajustes sempre necessários. Ainda há muito o que fazer para transformar o torneio paulistano em referência na gira de saibro do calendário sulamericano da ATP. Mas as mudanças significativas e os números grandiosos desta edição provaram que o Brasil Open está no caminho certo.

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Coletiva Guga Kuerten no Rio Open

Formação de base, cultura do esporte, brasileiros no ranking, Rafael Nadal, Olimpíada, Copa do Mundo, passado, presente e futuro do tênis, sua história de vida. Guga Kuerten abriu o coração na coletiva de imprensa durante o Rio Open 2014. Confira!

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Nas quadras com Fabio Silberberg

Com tanta bagagem dentro e fora das quadras, Fabio Silberberg aliou os anos de vivência no circuito e as milhas percorridas pelo mundo para levar o público ao fascinante universo dos torneios de tênis. Assim surgiu a Faberg Tennis Tour, uma agência de turismo especializada no que há de melhor em programas e ingressos para ATP 500, Masters 1000 e Grand Slams. Confira a entrevista, aperte o cinto e boa viagem!

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Xangai, Dubai e Queen’s: os melhores de 2013

 gold-trophyXangai, Dubai e Queen's no pódio da ATP

Estrutura, comodidade, facilidade, conforto. Requisitos básicos para o sucesso de qualquer evento de tênis ao redor do mundo. Não importa se o torneio é grande ou pequeno, o que vale mesmo é a qualidade dos serviços, da equipe de funcionários e das condições oferecidas aos profissionais do circuito.

Pra esquentar a briga e acirrar a concorrência, nada melhor do que uma competição onde todos esses critérios são colocados à prova e muitos são os vencedores. Ganham os jogadores, os patrocinadores, o público. A escolha do melhor torneio do ano é feita pelos próprios jogadores da ATP e entram em votação os padrões estabelecidos respectivamente nas três categorias: Masters 1000, ATP 500 e ATP 250.

A Associação dos Tenistas Profissionais anunciou os vencedores da última temporada. Masters 1000 de Xangai, ATP 500 de Dubai e ATP 250 em Queen’s foram eleitos os melhores de 2013 no calendário da ATP World Tour. Os dois primeiros já são figurinhas carimbadas e o torneio britânico estreia merecidamente no pódio dos torneios do circuito masculino.

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Entre e fique à vontade

 DSCN5579Entre e fique à vontade

Logo na entrada, um grande painel dá as boas vindas aos jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas que vieram de vários cantos do Brasil e do mundo para uma semana de muito tênis na Cidade Maravilhosa. Se o Rio de Janeiro virou a segunda casa dos profissionais que trabalharam na cobertura do maior torneio de tênis da América do Sul, a sala de imprensa pode ser considerada a primeira.

Entre inúmeras partidas e incontáveis horas de trabalho, o que todo mundo quer é um cantinho pra chamar de seu. E no Rio Open, esse “cantinho” se transformou num super espaço com toda estrutura necessária para tantos dias de evento. A equipe de assessoria do torneio começou a utlizar a sala na segunda-feira, uma semana antes do início dos jogos. E os jornalistas, na quinta-feira, antes da rodada do qualifying.

E a turma era grande! Foram credenciados 377 jornalistas, sendo 321 brasileiros e 56 estrangeiros, num total de 179 veículos de comunicação, entre eles 154 nacionais, além de 80 estações de trabalho. Salas de imprensa são territórios internacionais, onde pessoas do mundo todo interagem e compartilham o mesmo espírito: levar a informação precisa aos quatro cantos do mundo. Pra quem é apaixonado pelo esporte e pela profissão, nada melhor do que viver intensamente esses dias que passam na velocidade de um ace.

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3, 2, 1 … Rio Open no ar!

Você liga a TV e lá estão as imagens da quadra, do público e dos jogadores. Parece fácil, não é? Mas, por trás das câmeras, a realidade é diferente. O Tennis Report acompanhou de perto o trabalho de transmissão do Rio Open e a participação de Teliana Pereira na cabine com Eusebio Resende e Maria Esther Bueno. Todos os detalhes pra você, leitor e telespectador, que sempre quis saber um pouco mais sobre o outro lado da telinha. 3, 2, 1... no ar!

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3, 2, 1 ... no ar!

DSCN5510Cabine de transmissão do SporTV no Rio Open

Você liga a TV e lá estão as imagens da quadra, do público e dos jogadores. A voz inconfudível do narrador e a informação precisa do comentarista também. Tudo pronto para mais um dia de transmissão. Parece fácil, não é? Mas por trás das câmeras a realidade é outra. Um verdadeiro batalhão trabalha pesado para que os telespectadores não percam nenhum lance da partida.

A maioria dos torneios que assistimos pela TV no Brasil são internacionais e os canais locais recebem o sinal para a retransmissão. Mas quando o evento é aqui, o trabalho é diferente. No Rio Open, os direitos autorais são da ATP Media, mas as imagens são feitas e geradas pelo SporTV, canal oficial do torneio pelos próximos cinco anos. A equipe saiu da emissora e se instalou no Jóquei Club Brasileiro, onde mantém um contato real com os jogadores, o público e a mídia.

São 98 pessoas responsáveis pela engenharia e 36 envolvidas com jornalismo e eventos que, há seis meses trabalham no planejamento da transmissão, gerada a 105 países. A possibilidade de sair da cabine e interagir com a torcida dá um outro colorido ao evento e à transmissão, além de garantir uma infinidade de opções e um material com mais qualidade jornalística. O Tennis Report acompanhou de perto o trabalho de transmissão do Rio Open e conta os detalhes pra você, leitor e telespectador, que sempre quis saber um pouco mais sobre o outro lado da telinha.

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